“As pessoas não querem conhecer a si mesmas. Dá trabalho demais. Ser vítima é mais cômodo.”. Pronunciei estas frases este final de semana numa conversa casual sobre comportamento humano. Eu já tinha chegado a esta conclusão bem antes, mas nunca tive coragem de colocar para fora. Soava cruel, ainda que eu tivesse plena convicção de sua veracidade.
É mais fácil – e estúpido – permanecer culpando o mundo e os outros pelas coisas ruins em sua vida, se ausentar de culpa e da responsabilidade, tentando se convencer que se comporta assim porque “já tem responsabilidades demais” ou porque “não tem tempo para isso” ou por quaisquer motivos – insira adjetivo pejorativo aqui – que seja.
É mais fácil – e estúpido – também, se achar o centro – negativo – do universo e achar que tudo de ruim que acontece é culpa de sua presença. A pessoa fica dia e noite, falando sobre como as coisas dão errado pra ela, como ela é uma pobre coitada que não tem o que deseja, despertando a pena e a piedade nos outros, vivendo de caridades e favores ou então de sua própria lamentação através da inércia própria – e alheia.
Sabe porque é mais fácil? Porque não exige esforço, não exige mudança, não exige horas pensando nas causas e possíveis soluções. Concordo que é pior, que é triste, ridículo e que não resolve nenhum problema. Mas, para a pessoa que age assim, é tão cômodo e tão mais fácil que ela fica imersa em sua própria ignorância.
São pessoas que pensam assim que carregam casamentos fracassados por anos, que deixam os filhos crescer sem limites porque estão sem vontade e paciência para educar ou para aprender a educar, que depositam seus problemas, tempo e dinheiro em uma religião – dependendo desta, principalmente dinheiro –, que sempre permanecem no mesmo cargo durante anos e anos de trabalho, que sempre estão estressados com alguma coisa, entre outros milhões de tipos…
Então, meus caros leitores, se em algum momento e aspecto da sua vida você age ou agiu como vítima de si mesmo ou dos outros, não se sinta mal. Se servir de consolo, todo mundo faz isso em algum momento e aspecto da vida, afinal, não somos robôs! Mas trate de tomar vergonha na cara e olhe para dentro de si. Se conheça. Descubra o que você quer. Busque mudanças. Faça acontecer. Crie coragem. Seja feliz! Seja quem você deseja ser. Saia da ignorância, pois ela não é uma bênção. É uma maldição para te manter infeliz.






É por isso que eu sempre vivo de bom humor. =D
Bom o texto, e pesado também.
Tudo bem que algumas pessoas não desenvolvem como deveriam e se acomodam, e talvez essas pessoas devessem ver mais exemplos de pessoas que passaram por cima dos problemas para perseguir seus sonhos e serem felizes, as vezes a custa de muita dor, e muita das vezes sem ficar culpando qualquer um ou qualquer coisa sobre o que dá ou não certo em suas vidas. Então, essas pessoas que foram tratadas como exemplos anteriormente, mostram ainda que outras pessoas são o inverso daquilo mostrado no texto, mostrando que nem todas as pessoas são (sempre) acomodadas, culpando algo pelo seus problemas e sendo do mesmo jeito de sempre.
Viajem legal aqui, cara. Não sei por que me lembrei do Leônidas, mas ele foi um grande homem também. =)
Abraços, guerreiros.
A viagem foi tão grande, que foi uma “viajem” com “j”. xD
Peço que perdoem o erro, e sei que a culpa foi minha, mas os ffs da aula de arquitetura também ajudaram a causar erros assim.
Abraços e perdão novamente.
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