Author Archives: NathyCalina

Sobre o ‘militarismo’ ateu

Eu estou pensando em escrever este texto há bastante tempo. Já comecei várias vezes, mas como encontro dificuldades em me expressar tão claramente quanto desejo, então decidir ir de uma vez e, caso necessário, ir modificando até ficar claro o suficiente. Dito isso, vamos lá…

Não é novidade pra ninguém que eu sou atéia desde que me entendo por gente. Em vários textos do blog já contei sobre como se deu essa construção da minha descrença que se deu por inúmeros motivos, porém todos eles oriundos de uma profunda reflexão sobre mim, o mundo e as religiões às quais fui apresentada. O ateísmo em si não é uma religião por motivos óbvios, mas ela se diferencia das demais religiões por outro fator importante: não há mandamentos universais, não há castigos, ameaças, não há uma opinião considerada ‘certa’ ou ‘errada’. Deixe-me explicar melhor: eu não estou dizendo que os ateus (as pessoas) não tenham tais idéias, eu estou dizendo que o ateísmo (o conceito) por si só, não as ‘prega’ como as demais religiões.

No entanto, o que eu vejo que anda acontecendo é uma tentativa de unificação do ateísmo, uma tentativa de ditar o que é certo e errado para os ateus. E isso me incomoda profundamente. Vejam: o ateísmo por si só, o conceito, significa descrença em deus ou deuses, em força(s) soberana(s) que criou o universo. Nada mais. Nada menos. O ateísmo não prega igualdade dos direito femininos, não prega o direito igual aos homossexuais, não prega a extinção das religiões, nem nada disso. Quem assim o faz são ateus e não o ateísmo. Espero que tenha ficado clara a minha distinção. Vou tentar exemplificar melhor: eu, Nathálya, atéia, sou a favor da igualdade de direitos entre homens e mulheres, sou a favor da união entre homossexuais, mas eu sou a favor de tudo isso por minhas próprias convicções e não porque alguma instituição me disse para ser. O ateu não deve responder à nenhuma instituição religiosa, não há nenhum livro como a bíblia no ateísmo, não há um líder como o Papa no ateísmo, não há um poder soberano que dite o que deve ou não ser feito por um ateu. Ele é um ser humano livre e que usará de sua ética e moral apreendidas em sua educação civil, acadêmica e familiar para elaborar suas próprias convicções.

Há ateus que são a favor da extinção das religiões. Há ateus que são contra a extinção das religiões, que acreditam que cada um deve ser livre para escolher o que melhor lhe preencher. Da mesma forma, há evangélicos contra a união homossexual e há evangélicos que não vêem nada demais. Há católicos que viram na Inquisição uma necessidade, há católicos que acharam aquilo uma barbárie. Há muçulmanos que concordam com as guerras santas, há muçulmanos que querem a paz. Veja, mesmo nas religiões onde encontramos um livro sagrado e um líder, temos uma variedade imensa de pensamentos e opiniões. O mesmo (salvo as devidas diferenças, óbvio) ocorre no ateísmo. E, como eu disse, estou vendo acontecer ultimamente uma tentativa de unificar o pensamento ateu e acho que isso é, no mínimo um absurdo e uma distorção do conceito do termo ateísmo.

Eu não respondo à um líder, eu não concordo com tudo que um ateu diz, eu não concordo com tudo que um autor de livros que seja ateu diz. Eu sou um ser humano livre que entende que a vida é um acontecimento raro e maravilhoso e que a cada dia avançamos mais na compreensão do universo e tudo que há nele. Eu não acho que as religiões devam ser extintas e reconheço a importância delas no começo da humanidade, pois foi a partir das verdades infundadas das religiões que surgiu a ciência para tentar comprovar/incomprovar e explicar. Discordo de 99% das palavras religiosas, mas não tiro o direito de elas existirem desde que saibam respeitar minha descrença. Não saio por aí tentando ‘converter’ crentes, mas me deixo disponível caso alguém queira saber mais sobre minha descrença. E isso entra em outro ponto que eu gostaria de falar: a conversão ateísta.

Vivemos em um país religioso e eu me lembro de quando eu era criança, ter vindo a seguinte pergunta numa tarefa de casa: “qual a sua religião?”. Eu não fazia a menor idéia e perguntei à minha mãe: “qual a minha religião?”. E ela disse: “católica”. E foi assim que eu coloquei na minha tarefa e era assim que eu respondia quando me perguntavam mesmo sem ter idéia do que ser católica significava, mesmo sem saber que haviam outras religiões, mesmo sem saber de nada dos detalhes. O tempo vai passando, a gente vai conhecendo mais as coisas e começa a questionar sobre a veracidade delas e o sentido delas em nossa vida. Bem resumidamente, foi a partir disso que cheguei à conclusão que deus não existe e que não há nenhum motivo para temer inferno ou almejar o céu, que minha vida é um evento único e raro e que devo fazer o melhor possível para ser feliz e fazer o bem enquanto eu existir.

Só que eu venho observando uma tentativa por parte de alguns ateus de convencer religiosos sobre a inexistência de deus. O que antes acontecia entre uma conversa de ateus para compartilhar suas convicções, agora virou argumento de conversão. E eu já vi em páginas de ateísmo depoimentos emocionados de pessoas que se converteram ao ateísmo e agora estão felizes. Isso te lembra alguma coisa? Claro que lembra. O mesmo papo acontece naqueles programas evangélicos que passam de madrugada. Eu acho isso simplesmente ultrajante. Você está interferindo na liberdade de pensamento de alguém e plantando suas idéias nele. O ateísmo deve ser uma descoberta livre, autônoma, que leva tempo e reflexão, e não uma arma de conversão. Inserir a idéia do ateísmo em uma pessoa que não buscou isso por si só, que não se questionava sobre as coisas é tolher sua liberdade de pensamento, é lavagem cerebral igual àquela das religiões, é errado (ao meu ver).

Adoro conversar com meu namorado, que também é ateu, sobre as incoerências religiosas, sobre as inconsistências, sobre as ‘provas’ que eles mesmos dão. Os DOIS são ateus e estamos compartilhando nossa descrença. Nem eu, nem ele chegamos pros nossos amigos religiosos e começamos a relatar as incoerências bíblicas e nem tentar converter ninguém. Quando um religioso vem debater comigo, geralmente eu mostro pra ele porque aquele argumento não faz sentido pra mim, mas não fico tentando provar que ele está ‘errado’ ou que eu estou ‘certa’. Eu falo sobre minhas convicções e porque elas fazem sentido pra mim ao invés das dele. Religião é dogma, dogma é inquestionável, e ainda tem gente que se surpreende com declaração do papa! Ele tá fazendo o papel dele enquanto representante daquela instituição religiosa. Enfim, comecei a fugir do assunto,  então: resumindo…

Sou atéia, sou muito feliz por ser atéia, discordo imensamente do que pregam as religiões, não saio por aí convertendo ninguém pro ateísmo, não acho que deva existir entidades ateístas com o objetivo de ‘pregar’ o ateísmo, não gosto desse militarismo ateu que está ocorrendo recentemente pela internet, infelizmente percebo que o ateísmo virou moda pra muitos adolescentes revoltados que sequer sabem do que estão falando e que sequer refletiram sobre a existência ou inexistência de deus e, por fim, acredito que as entidades ateístas existentes devam lutar pelo respeito entre religiões, expansão de programas científicos, incentivo à educação, apoio à ateus que sofrem socialmente e familiarmente com sua descrença,  ajudar pessoas com necessidades (já que não existe nenhum deus que vai ajudá-las, apenas humanos) ao invés de tentar converter gente por aí. É isso.

Rotina para que?

O tempo todo ouvimos as pessoas falarem do quanto é bom sair da rotina, que rotina só deixa a gente estressado e tal. Eu sou uma pessoa que nunca tive uma rotina. Desde criança, nunca tive hora pra estudar, pra comer, pra brincar e isso me ajudou e me prejudicou de várias formas.

Me prejudicou no sentido que eu sinto dificuldade em estabelecer um horário pra cumprir minhas coisas do dia a dia. Fica aquela coisa de: “eu posso fazer depois, então depois eu faço”. Procrastinação master! Eu também acho que sou mais preguiçosa que o normal por causa disso, depois da menstruação então que minha capacidade de concentração cai vertiginosamente, é uma tortura conseguir dar conta das minhas atividades. Ai quando eu dou conta, to cansada porque virei a madrugada estudando ou algo do tipo e no outro dia eu tô uma pilha e acabo dando patada em alguém, daí arranjo um problema de graça.

Sobre em que me ajudou, posso citar três coisas: responsabilidade, perfeccionismo e trabalhar bem sob pressão. Responsabilidade porque mesmo que eu decida fazer o que tenho que fazer faltando poucas horas pra entregar, eu nunca deixo de fazer e quando eu opto por não fazer, arco com as consequências numa boa. Eu não sei se a falta de rotina me deixou perfeccionista ou se eu já era e isso me ajudou na falta de rotina (vou até pensar sobre isso depois). Mas, pelo fato de eu ser perfeccionista isso me ajudou, pois mesmo faltando apenas poucas horas pra entregar algo, eu nunca entrego nada seboso. Fico angustiada só de imaginar em colocar meu nome em um trabalho ruim. Novamente: nas vezes que eu não tinha condições de fazer um bom trabalho, entreguei um razoável e arquei com as consequências disto. To repetindo isso porque muita gente gosta de dar uma de doida: tem um prazo enorme e só decide fazer o trabalho de última hora, faz uma merda e vai chorar pro professor/chefe pedindo prazo, reclamando da nota e inventando desculpas. Eu sou sincera comigo mesma. Por último, mas não menos importante, aprendi a trabalhar sob pressão. Só eu sei o que é lutar contra o relógio e começar de meia noite um trabalho que você vai entregar no outro dia de manhã, contendo 22 páginas e tirar 10. Sou Ph.D nisso. Sério. Tem trabalhos que, dependendo da complexidade, eu choro, desisto umas 20 vezes, mas entre um choro e uma ‘desistida’ sento a bunda na cadeira e faço, o  trabalho fica épico e eu tiro uma nota excelente.

Tem um ditado que diz: ‘em time que tá ganhando não se mexe’. Eu discordo pra caramba dele. Ora, veja bem, se um time está ganhando, existem outros times perdendo, esses outros times vão mudar suas táticas pra ganhar do time vencedor, então é só uma questão de tempo para o time adversário encontrar uma boa tática para derrotá-lo. Pra mim, ‘em time que tá ganhando, deve se aperfeiçoar para contra ataques’. Né verdade? Faz sentido o que eu to falando, analisa direitinho: é muito cômodo ficar de boa só porque ‘o time tá ganhando’. Enfim, mas porque eu to fazendo essa viagem toda? Pra dizer que mesmo que eu não tenha rotina, faça as coisas na hora que eu quero, consiga obter excelentes resultados, mesmo assim, eu preciso de uma rotina.

À medida que o tempo passa, a quantidade de responsabilidades vão aumentando. Se eu não conseguir manter uma rotina básica, eu tô lascada pra conseguir dar conta de tudo lá na frente por mais que eu trabalhe bem sob pressão, seja perfeccionista e me responsabilize. Vai ser difícil pra caramba me disciplinar sozinha esse semestre, mas preciso tentar. Sinto que eu vou aprender mais (disciplina, principalmente pq eu sou uma rebelde kkkkk) e também aprender mais na faculdade se eu tiver um horário fixo pra estudar em casa. Ou seja: acho que manter uma rotina que tenha como objetivo fazer você render o seu melhor durante o dia ao invés de simplesmente cumprir de tarefas, é super benéfica.

Então a gente faz assim: eu começo a fazer uma rotina pra ser melhor em minhas responsabilidades e aprender a me disciplinar, e vocês tentam ser menos escravos dela e buscam fazer pequenas modificações pra serem melhores e render mais. Combinado? :)

P.S.: A cada texto nesse estilo, eu fico me sentindo uma cronista. Fico imaginando como seria se eu realmente fosse uma. Acho que eu ia ter dificuldade de me tirar um pouco das histórias, porque eu escrevo muito³ pessoalmente. Enfim, isso é assunto pra outra reflexão e outro texto!

Um beijo! :*

Eu sei que a rotina pode te deixar louco, mas não deixe ela te matar! Tente fazê-la extrair o seu melhor e fuja dela de vez em quando! :)

Desabafo de 2 minutos

Às vezes penso que não vale a pena. Eu sempre perdoo as merdas de todo mundo, dou nova chance, uma folha em branco, mas na hora que preciso de perdão, cadê? Na hora que eu erro, cadê que alguém se compadece? Na hora que eu to mal, cadê que alguém aparece? As vezes fico puta porque eu sei que as coisas que eu perdoo, outras pessoas não perdoariam e que as pessoas que eu estou perdoando, não me perdoariam se eu tivesse feito a mesma coisa com elas. Às vezes dá vontade mesmo de virar uma pedra de gelo, voltar a usar minhas 13128931 armaduras e ligar o ‘foda-se’, mas eu sou muito burra. Quando eu ficar mais inteligente, quem sabe?

P.S.: Postei isso ontem no Facebook antes de dormir, mas queria deixar registrado aqui também. :)

Remixes das músicas de She Wants Revenge

Quem me conhece um pouquinho sabe o quanto eu adoro a banda She Wants Revenge. É minha banda preferida! Cada álbum novo, parece que eles estão cantando um pedacinho da minha vida.

Descobri a banda vendo MTV de madrugada em meados de 2006 quando passou o clipe de ‘Tear You Apart’. Me apaixonei perdidamente por aquele eletro meio depressivo, mas esqueci de anotar o nome da música e da banda e não consegui encontrá-la de jeito nenhum. O tempo passou e, em 2007, quando estou no cinema assistindo ‘Número 23′ que música começa a tocar numa cena de sexo? TEAR YOU APART! Apesar de só tê-la escutado uma vez, reconheci na hora que era ela aquela música que eu tinha ouvido de madrugada e me apaixonado perdidamente. Desta vez, como estava em um filme, ficou bem mais fácil encontrá-la e a partir daí pude conhecer o trabalho desses dois monstros da banda SWR.

Eu realmente gosto muito do estilo musical da banda e algumas músicas simplesmente explodem minha cabeça. Acho realmente incrível o trabalho deles. Ontem de madrugada resolvi procurar alguns remixes de algumas músicas deles e encontrei poucos porque a banda infelizmente não é tããããão conhecida. Separei alguns remixes e decidi compartilhar com os meus leitores para saber se eles gostam também. Segue abaixo a lista com os remixes contidos nesta seleção e o link para download no 4shared.

Must Be The One – Hyper Crush Remix
Must Be The One – Tommie Sunshine & Mightyfools Remix
Save Your Soul – Remix Oficial
Take The World – Break Bomb Remix
Take The World – GraveLeaf Remix
Take The World – KN Remix
Take The World – Simplyd4ark Remix
Tear You Apart – DJ Icey Remix
Tear You Apart – Ladytron Remix
Tear You Apart – The Bystanders vs Chris Holmes Remix
What I Want – Remix Oficial

Clique aqui para fazer o download

E aí? Curtiram?

Sobre os novos BBB’s

Eu sei que essa coisa de julgar quem a gente não conhece é muito feio e que eu, enquanto futura psicóloga deveria manter um olhar mais neutro sobre as pessoas e deixar de lado meus pré-conceitos sobre elas. Maaaaaaas, como e sou humana, como nenhum deles está no meu consultório me pagando por hora e como hoje eu to afim de falar bem muita besteira, lá vai!

 

Fernanda é lébshika, geniosa, teimosa e tem cara de barraqueira e falar as coisas na cara. Ou seja, só motivos para amá-la! O problema é que esse combo pode ser fatal, vide a ex-BBB Lia que era insuportável e eu sentia vontade de matar aquela mulher todas vez que ela aparecia na TV. Torçamos para que Fernanda seja controlada em sua porra-louquisse e nos divirta horrores!
Clique pra ver a vinheta
Nível de amor: ♥ ♥ ♥ ♥  (4 pq vai que ela é uma Lia 2 – a missão, né?)

Fernanda pediu pra sair e quem entrou foi esta cidadã:

Eu detestei essa criatura só de olhar pra cara dela, acreditam? Não vi a vinheta dela ainda, mas tenho quase certeza que não vou curti-la…

Jakeline precisa corrigir essa sobrancelha IMEDIATAMENTE pq tá RETA minha gente. A mulher fica feliz, triste, com raiva e a expressão CADÊ? Bom, ignorando a horizontalidade da sobrancelha dela, acho que ela vai ser mosca morta, a voz é chata, a idéia de entrar no BBB foi da mãe, zZzZzZzZ.
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Nível de amor:  ♥ ♥ ♥  (3 pq ela é mosca morta, mas não aparenta ser detestável)

João Carvalho é a beesha da edição. Veio do interior, tem cara de quem se fodeu muito na vida e luta pra ser alguém decente. Deve estar no BBB por causa do dinheiro pra subir na vida, ajudar a família, essas coisas. Ele é muito feio, tadinho, mas parece ser batalhador. Só não sei se ele vai ser divertido porque, pelo menos na vinheta ele tava com cara de beesha amargurada que só fica falando da vida e não enfia o pé na jaca pra se divertir. To na dúvida por conta da vinheta…
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Nível de amor:  ♥  ♥  ♥    (3 pq é beesha e parece ser batalhador, mas não sei se é divertido, pq na vinheta ele tem uma pinta de amargurado)

João Maurício pra mim aparenta ser um forte candidato pq é aqueles caras que se foderam e batalharam e ficam falando sobre as dificuldades da vida e zzZzZzZ e como brasileiro adora um pobre coitado, capaz dele ganhar. Particularmente achei chato e que se faz de tadinho. Tomara que esteja enganada e ele seja divertido e legal.
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Nível de amor:  ♥  ♥  ♥  (3 pra não arriscar pq não sei se é um tadinho ou se é legal)

Jonas é uma planta da espécie enfeitus de realitis que não sabe sequer formar uma frase, vide sua vinheta. FIM
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Nível de amor: (0. É, isso mesmo. Não gosto de planta)

Kelly tem cara de ser normalzinha. Esforçada, humilde, bom coração, gente fina. Isso é ótimo enquanto pessoa, esse aparente equilíbrio que julgo que ela tenha, não sei se no jogo isso vai dar certo porque o povo pode achar ela monótona e eliminar logo.
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Nível de amor:  ♥  ♥  ♥  ♥  (4 porque ela parece ser alguém super do bem, mas não sei se ela vai ser monótona lá dentro)

Laísa tem cara de babado e confusão, que fica bêbada, desce até o chão, mostra a calcinha, é porra louca e adora aparecer.
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Nível de amor: ♥ (1 pq acho que vai ser baixaria demais, barraqueira demais, ceninha demais, insuportável demais. Já tá dando agonia desse batom snob com gloss por cima)

Mayara trabalha numa agência de filmes pornôs alternativos que tem uma proposta bem interessante que, em resumo bem resumidinho, busca trazer os padrões de beleza menos populares para o pornô. Eu ainda não sei se gosto ou não, tenho que ver como ela é lá dentro. Se ela for moderna legal, brincalhona, despojada, será ótimo. Se ela for aquelas moderninha chata blasé que se acha melhor que todo mundo, odiarei eternamente.
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Nível de amor: ♥  ♥  ♥  ♥  (4 porque tenho esperanças que ela seja legal e não blasé)

Não sei o que pensar sobre este cidadão. Não tem vinheta, não tem nada. Quando eu achar algo sobre ele e conseguir emitir uma opinião, coloco aqui.

Apesar de ela ser estudante de Psicologia como eu, não fui com a cara dessa menina. Acabou o namoro pra entrar no BBB (pra que?), tem jeito de chata, se achando a dona da razão, arrogante e prepotente. Ela é linda, mas não fui com a cara da criatura de jeito nenhum!
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Nível de amor: ♥ (1 pq sinto que vou odiá-la eternamente, mas darei uma chance)

Ronaldo entrou para substituir o Netinho que desistiu por conta de problemas misteriosos (ele falava com voz de choro, era meio bisonho). Tem jeito de cara que se acha o queridão, engraçadão pra caralho, inconveniente, ai que vontade de vomitar. Acho que tem chances de ganhar também porque quando o cara se acha muito querido, brasileiro e participantes adoram acreditar e o cara não sai e ganha tempo de consertar as cagadas e ganhar de vez o público.
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Nível de amor: ♥  (1 também dando uma chance para ver se ele não é tão insuportável quanto eu imagino)

O macho alfa da edição. Daqueles que guarda as coisas, mas quando explode, sai de baixo minha filha! Não sei porque, detecto uma pontada de machismo com jeitão de quem se acha o mais lindo e o mais gostoso. É uma suposição bem sem fundamento mesmo, sei nem explicar porque tenho essa impressão, mas é isso ai.
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Nível de amor: ♥  (1, torcendo para estar errada sobre as suposições, senão vai ser um Dourado 2 – a missão)

Bom gente, é isso, destilei um pouco daquelas impressões que todos nós temos ao bater o olho numa pessoa e que nem sempre temos oportunidade ou coragem de expressar. Daqui há 3 meses a gente vê se eu acertei ou errei! Hahahahaha!

Beijos! :*

Lembranças, amizades e erros

Só falta Gabriella Andrade, que tava tirando a foto! Hahahaha <3

Hoje eu me toquei de uma coisa importante: lembranças boas são aquelas que ficam mesmo quando a amizade se distancia ou até mesmo acaba por causa de briga. Quando você consegue olhar pra trás e sorrir lembrando do quanto foi bom, acho que chega o momento que você tem que pensar se vale a pena deixar aquelas pessoas no passado por coisas que você nem lembra mais, ou se vale a pena tentar amenizar as coisas e tentar trazê-las para o seu presente para pelo menos manter por perto quem um dia te deu uma amizade tão bacana.

Ontem uma amiga do tempo de escola veio aqui em casa e a gente conversou bastante e eu relembrei de como era bacana amizade que eu tinha com ela e com algumas outras pessoas ‘do grupinho’. A gente mudou tanto, a gente cresceu tanto! Dá até orgulho de ter feito parte do passado deles. Então eu lembrei de dois amigos que eu não tinha mais contato. Um, por distanciamento mesmo e complicações da vida dele que acabaram deixando mais difícil o acesso e o contato e, o outro, por uma briga feia que tivemos.

Foi quando eu comecei a colocar as coisas na balança e vi que mesmo que o erro não tenha sido todo meu, mesmo que a gente tenha sido infantil e bobo, mesmo que o distanciamento tenha sido grande, valia a pena tentar resgatar pelo menos um contato. E foi o que eu tentei fazer. Resgatei o contato com o amigo que eu tinha me distanciado e tá sendo ótimo! É engraçado como ele ainda me trata do mesmo jeito de quando a gente ‘se separou’. A mesma intimidade e o mesmo carinho. É como se nada tivesse acontecido e eu acho isso simplesmente fantástico!

Já com o outro amigo, não tive a mesma sorte. Liguei pra ele e o ‘ah’ que ele soltou quando eu disse que era eu no telefone foi como uma facada em mim. Ele tava super frio e chateado, mas eu fiz minha parte. Ele lembrava de detalhes da briga, de coisas que nem eu lembrava, sinal do quanto isso machucou ele. Fiquei arrasada. Eu disse o que eu tava sentindo, que a amizade da gente era foda e que mesmo com a tonelada de erros que haviam sido cometidos, eu achava que valia a pena retomar pelo menos um contato. Pedi desculpas por tê-lo magoado e ele disse que me desculpava, deixei nas mãos dele a escolha de voltar ou não ter um contato comigo e desliguei. Espero que ele fique com essa ligação na cabeça e consiga superar o que houve. Ia ser muito bom poder pelo menos ter contato com ele de novo.

É feito um ex namorado meu que a gente se conhece desde crianças/pré adolescentes. Quando a gente namorava, as brigas eram caóticas e ultrapassavam todos os limites. Mas a amizade da gente sempre tinha sido ótima e a gente construiu monte de histórias boas, engraçadas e até mesmo bizarras. Resultado: hoje em dia continuamos bons amigos, temos carinho e respeito pelo outro e damos risada das merdas que a gente fazia. Acho que isso sim é bacana e isso sim é ‘ser maduro’. É saber olhar pra trás e ver que houve merda pra caralho e coisa boa pra caralho. Conseguir separar as coisas, aprender com os erros, respeitar aquela pessoa e ter uma amizade bacana apesar de todos os pesares.

Sabe porque isso é importante? Porque cada um e nós é completamente diferente um do outro, então é difícil encontrar pessoas que se pareçam conosco ou que saibam respeitar (de verdade) nosso jeito de ser. Amigos são raros pra caramba! Pessoas de coração bom são mais raras ainda. A maioria das pessoas só pensa em formas de prejudicar outras pessoas pra conseguir sair por cima e isso é nojento.  Então eu acho que vale mais do que a pena colocar o orgulho de lado, ter coragem de retomar um contato, de pedir desculpas, de desculpar e de tentar de novo continuar aquela amizade bacana.

Eu tentei, não sei se eu vou conseguir, mas espero que sim. :) Espero também ter calma e sabedoria para não colocar a perder as amizades que já tenho para não precisar fazer isso de novo mais na frente.

Boa sorte para todos nós!

Um beijo! :*

P.S.: Eu sei que esqueci de fazer o texto com as resoluções de ano novo, mas é porque eu sou assim esquecida mesmo! KKKKKK Eu fiz um cronograma, na verdade, mas ficaria ruim de postar aqui, então eu fiquei de pegar o cronograma e fazer um texto a partir dele, mas acabei esquecendo. Se vocês ainda quiserem, eu faço!