Minha casa. Tão vazia.
Tão vazia de tudo. Tão vazia de amor.
Tão vazia de afeto. Tão vazia de sinceridade.
Meu amor. Tão cheio.
Tão cheio de erros. Tão cheio de perdão.
Tão cheio de cobranças. Tão cheio de desistências…
Eu. Tão vazia. Tão cheia.
Tão vazia de forças. Tão vazia de esperança.
Tão cheia falhas. Tão cheia de solidão.
E, infelizmente, tão cheia de tudo…
Tão vazia de energia. Tão vazia de paciência.
Tão cheia de desejos. Tão cheia de amor.
E, com muito medo de que todos seus medos se concretizem.
“On a cobweb afternoon in a room full of emptiness. By a freeway I confess I was lost in the pages of a book full of death reading how we’ll die alone. And if we’re good we’ll lay to rest anywhere we want to go (…) And on I read until the day was gone and I sat in regret of all the things I’ve done. For all that I’ve blessed and all that I’ve wronged. In dreams until my death I will wonder on…In your house I long to be. Room by room, patiently. I’ll wait for you there like a stone… I’ll wait for you there alone…”Like a Stone – Audioslave








