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Remixes das músicas de She Wants Revenge

Quem me conhece um pouquinho sabe o quanto eu adoro a banda She Wants Revenge. É minha banda preferida! Cada álbum novo, parece que eles estão cantando um pedacinho da minha vida.

Descobri a banda vendo MTV de madrugada em meados de 2006 quando passou o clipe de ‘Tear You Apart’. Me apaixonei perdidamente por aquele eletro meio depressivo, mas esqueci de anotar o nome da música e da banda e não consegui encontrá-la de jeito nenhum. O tempo passou e, em 2007, quando estou no cinema assistindo ‘Número 23′ que música começa a tocar numa cena de sexo? TEAR YOU APART! Apesar de só tê-la escutado uma vez, reconheci na hora que era ela aquela música que eu tinha ouvido de madrugada e me apaixonado perdidamente. Desta vez, como estava em um filme, ficou bem mais fácil encontrá-la e a partir daí pude conhecer o trabalho desses dois monstros da banda SWR.

Eu realmente gosto muito do estilo musical da banda e algumas músicas simplesmente explodem minha cabeça. Acho realmente incrível o trabalho deles. Ontem de madrugada resolvi procurar alguns remixes de algumas músicas deles e encontrei poucos porque a banda infelizmente não é tããããão conhecida. Separei alguns remixes e decidi compartilhar com os meus leitores para saber se eles gostam também. Segue abaixo a lista com os remixes contidos nesta seleção e o link para download no 4shared.

Must Be The One – Hyper Crush Remix
Must Be The One – Tommie Sunshine & Mightyfools Remix
Save Your Soul – Remix Oficial
Take The World – Break Bomb Remix
Take The World – GraveLeaf Remix
Take The World – KN Remix
Take The World – Simplyd4ark Remix
Tear You Apart – DJ Icey Remix
Tear You Apart – Ladytron Remix
Tear You Apart – The Bystanders vs Chris Holmes Remix
What I Want – Remix Oficial

Clique aqui para fazer o download

E aí? Curtiram?

Impressões sobre o documentário “How to Kill a Human Being”

Este domingo eu assisti ao documentário ”How to Kill a Human Being” (Como matar um ser humano) produzido pela BBC Horizon em 2008. O documentário é muito interessante e não entra dentro da discussão de ser contra ou a favor da pena de morte. A proposta é a seguinte: há pena de morte nos EUA e há experiências que mostram que a injeção letal pode não promover uma ‘morte humana’. Por conta disso, o Michael Portillo se propõe a investigar sobre a injeção letal, assim como várias formas de execução utilizada nos EUA, bem como possíveis alternativas que proporcionem uma morte dignamente humana, sem dor ou sofrimento. Ele argumenta: “se o Estado for matar pessoas, queremos que o faça mais humanamente possível. Acho que a maioria das pessoas concordam.”

Michael Portillo, autor do documentário

Uma das coisas que me chamou atenção foi quando ele conversava com o inventor da injeção letal, Jay Chapman, o qual argumentava que “se o protocolo for executado como deve ser, absolutamente não haverá sensação de dor”. O pesquisador então argumenta dizendo que muitos dos que fazem a aplicação da injeção letal não são muito experientes (médicos não podem fazer este procedimento, pois feriria o juramento de Hipócrates) e que a má execução do procedimento, a mais leve falha de perícia, poderia causar dor ao prisioneiro. Então, o inventor diz: “Sim, (a má execução) pode (causar dor), mas minha postura básica é: então eles sofrem uma pequena dor, quem se importa?”.

Jay Chapman, inventor da injeção letal

Então surge a entrevista com uma mulher chamada Carol Weihrer que, durante uma cirurgia de rotina em seu olho, recobrou consciência enquanto recebia uma das drogas utilizadas na injeção letal (brometo de pancurônio) e sentiu uma dor alucinante. A sensação era de chamas correndo pelo seu corpo, como se estivesse pegando fogo, mas você não consegue se mexer e nem fazer nada para expressar o que está sentindo. Por conta disso, acredita-se que muitos prisioneiros experimentaram esta mesma sensação agonizante com a injeção letal e morrem de asfixia antes mesmo que seu coração seja parado. É uma possibilidade que as cortes americanas levam a sério, tornando a injeção letal um método questionável.

Ele ainda pesquisa o enforcamento, cadeira elétrica e câmara de gás de cianeto, mostrando que todas estas opções não devem ser utilizadas. Ele conclui: “(um dispositivo de matar perfeito) primeiro de tudo, não deve requerer nenhuma perícia médica, porque médicos não querem ser envolvidos por causa do juramento de Hipócrates e isso eliminaria a injeção letal. Tem que ser uma rápida e indolor morte que seja garantida, o que elimina o enforcamento já que não é garantido. Não pode ser sangrento, o que elimina a eletrocução. E não deve depender da cooperação do prisioneiro, e isto elimina o gás cianeto.”. Ao assistir o documentário fica mais claro o porque de cada argumentação dele. Não vou me deter a explicar aqui, porque estou escrevendo esta resenha com o intuito de explicar brevemente sobre o que se trata este documentário que tanto me chamou atenção pelo título não convencional.

Então, como todas as formas de execução atuais já foram testadas e eliminadas, ele busca encontrar uma alternativa para a morte humana. Ele encontra esta alternativa: hipoxia. No Centro Fisiológico da Força Aérea Real Holandesa, ele experimenta uma câmara de altitude e é orientado pelo fisiologista do centro a retirar sua máscara em determinado momento e fazer alguns exercícios. Depois de um tempo, ele começa a se sentir bêbado, eufórico e confiante e fica incapaz de resolver tarefas básicas. Então, finalmente o fisiologista que o acompanha dá o comando: “coloque sua máscara ou você morrerá”. O pesquisador encontra-se num estado tão hipóxico e se sente tão eufórico que simplesmente não se importa com a possibilidade da morte e não obedece ao comando. Então o fisiologista intervém e coloca sua máscara, salvando sua vida. Após a experiência, ele relata que não fazia idéia que estava perto da morte e se sentia muito autoconfiante e feliz. Então, conclui: “que bela maneira de partir”.

Michael Portillo na câmara de altitude

Entusiasmado pelos efeitos da hipoxia experimentados na câmara de altitude, ele começa a pesquisar sobre alternativas de uso, já que a construção de uma câmara de altitude em cada local de execução seria caro e inviável. Então ele encontra um pesquisador britânico que está desenvolvendo um método humano de matar baseado nos efeitos eufóricos da câmara de altitude. Dr. Mohan Raj vem pesquisando a hipoxia como uma forma de matar animais de fazenda em matadouros, mas ao invés de usar a maquinaria experimentada pelo pesquisador, ele usa gases argônio e nitrogênio, produzindo o mesmo efeito que o da câmara. Então ele demonstra sua pesquisa com um experimento interessantíssimo com porcos. Em resumo, os porcos preferem comer no ambiente que tem o gás letal simplesmente pelo efeito de bem estar que ele provoca. É simplesmente incrível quando o porco se sente zonzo, cai e em seguida volta para o gás letal. Se o efeito deste gás fosse doloroso, ele não voltaria.

Dr. Mohan Raj, pesquisador da hipoxia com os gases nitrogênio e argônio

O que mais me espantou, entretanto, foi o final do documentário. Satisfeito pelo resultado de sua pesquisa, Michael Portillo volta aos EUA para compartilhar com Robert Blecker (voz líder do movimento a favor da pena de morte) os resultados encontrados através da pesquisa do Dr. Mohan Raj e sua morte indolor. Ao explicar o funcionamento do dispositivo, ele pergunta o que ele acha desta possibilidade. A resposta, ao meu ver, é chocante: “Penso que é terrível. Se os assassinos que golpeiam suas vítimas na lateral da cabeça com martelos e depois cortam suas gargantas morrerem, em suas palavras, num grau eufórico, isso não é justiça. O último momento de suas vítimas foi eufórico? Será a maioria de nossos últimos momentos eufórico?”

Robert Blecker voz líder do movimento a favor da pena de morte

Fiquei decepcionada com essa argumentação do líder do movimento. Afinal, a justiça não é mais sinônimo de Lei do Talião. É como Mahatma Gandhi diz: “De olho por olho e dente por dente o mundo acabará cego e sem dentes”. Eu não vejo a pena de morte como uma punição ou como uma oportunidade de vingança da sociedade. Afinal, quem somos nós? Os assassinos ou as vítimas? Desejar um alto grau de sofrimento a um condenado é tornar-se o próprio condenado. É tornar-se tão cruel quanto aquele que cometeu o crime. É tornar-se tão desumano quanto aquele que cometeu atrocidades. Se o princípio da pena de morte é eliminar da sociedade aquele ser humano que é incapaz de conviver nesta mesma sociedade, que seja então de uma forma digna e humana. Querer impor à morte do condenado o mesmo sofrimento de suas vítimas, é paradoxal, é como dizer ao assassino: você está na sociedade certa, mas somos hipócritas demais para admitir.

Enfim, achei o documentário incrível e recomendo que todo mundo assista sem preconceitos, sem opiniões formadas e mergulhe na experiência da sensação da morte assim como fez o pesquisador autor deste documentário.

P.S.: Gente, fui escrevendo, escrevendo e confesso que nem editei o texto (ainda). Ignorem se algumas coisas não estiverem claras ou com alguns erros de português. Adoraria que vocês assistissem ao documentário e depois deixassem sua impressão aqui. :) Lembrem-se que a discussão não é sobre haver ou não pena de morte, e sim sobre sua aplicação nos países que a admitem.

Joguinho Viciante – Pokemón Fire Red – Do GameBoy Advance direto pro seu computador

Mesmo que todo mundo ache tosco, eu A-D-O-R-O Pokemón. Hoje em dia eu não assisto desenho e filme porque não tenho saco, mas quando eu era criança eu super assistia, chorei no filme quando fui assistir no cinema, sabia o nome dos 151 pokemóns, tinha álbum de figurinhas e colecionava as miniaturas de Pokémon que vinham nas caçulinhas do Guaraná Antártica. Sempre achei o Pikachu meio gay e era completamente apaixonada pelo temperamental do Charizard, pelo fofinho do Togepi e torcia para a evolução do Magikarp em Gyarados e do Psyduck em Golduck. Enfim, gosto dos doidos! Hahahahaha! Depois que começou a nova geração Pokemón eu perdi a paciência e parei de acompanhar. Dia desses, deu saudade de jogar aqueeeele Pokemón para Game Boy Advance que, você (e eu) crianças da classe média não tinham dinheiro pra comprar e ficavam invejando os coleguinhas do curso de inglês. Mas, como eu sempre fui nerd, eu jogava pelo computador desde criança usando a maravilha da tecnologia: emuladores. <3 Quando a saudade bateu, não hesitei e comecei a procurar e perguntar no Twitter se alguém tinha a versão Fire Red! O @utops me salvou e mandou o emulador e o jogo por email. Puro amor, gente!  E eu, como sou boazinha vou disponibilizar aqui pros lindos.

Tem como não amar esse menino?!

Para baixar o emulador + jogo é só clicar aqui. Aí você vai, ‘deszipa’ ele usando qualquer programa que você tenha em seu computador como o ‘Winrar’ e executa o emulador, vai em ‘File > Open’, localiza a pasta que você extraiu o jogo e clica em “Pokemon – Fire Red Version (U) (V1.1).gba”. Pronto, agora defina os controles do jeito que você quiser em “Options > Joypad > Configure > 1…”  ou use os comandos que já vieram. Para salvar o jogo vá em “File > Save Game” e selecione o slot desejado. Para abrir o jogo, execute o emulador, abra o jogo normalmente e vá em “File > Load Game” e selecione o slot que você salvou. Para ajudar você nessa sua nova empreitada de ser o mestre Pokemón, vou te mandar dois links que vão ajudar MUITO:

  • O “detonado” do jogo que mostra como deve ser o seu caminho para destravar as cidades, habilidades e itens etc. É super importante porque uma coisa depende da outra pra acontecer, aí se você não tiver feito, vai ficar pra trás e não vai conseguir avançar no jogo (como qualquer jogo de RPG).
  • A Enciclopédia do jogo. Tá apanhando daquele pokemón desgraçado? Quer saber qual a fraqueza dele? Descubra na sessão “Type effectiveness”. Quer saber como conseguir aquele TM com aquela habilidade fuderosa? Quer descobrir aonde estão os pássaros lendários para capturá-los? Quer saber QUALQUER coisa sobre o jogo? Pronto, este é o site.

Eu já zerei ele ontem, mas tá dando vontade de jogar de novo. Talvez eu experimente outra versão, caso eu experimente, coloco aqui pra vocês! Divirtam-se! :*

Joguinho Viciante – Plants vs. Zombies

Eu tava conversando com @lypy e ele me lembrou de um jogo que eu já tinha ouvido falar, mas que me parecia bobo e, por causa disso, eu nunca tinha parado pra jogar: Plants vs. Zombies. Aí eu resolvi baixar pra experimentar e ver se o jogo era mesmo chato como eu achava. Gente, eu não poderia estar mais enganada! Comecei a jogar e, quando vi, eram 4 da manhã! Viciei LOUCAMENTE nesse jogo e eu aposto que vocês também vão amar!

É o seguinte: rola um apocalipse zumbi e você precisa proteger sua casa dos mais variados tipos de zumbis. Para isso, você usa seu jardim, seu quintal e seu teto pra plantar umas plantas do mal que atiram, comem zumbis inteiros, explodem, entre outras mil coisas! É MUITO FODA, JURO! Baixe, experimente e eu aposto que você vai gostar e se divertir muito nessas férias! Além do modo ‘aventura’ do jogo, você vai desbloqueando mini-jogos, jogos de estratégia e um jardim zen pra você ir ganhando mais dinheiro e comprando mais plantas e mais equipamentos para derrotar os zumbis. Gostou? Quer experimentar? Então presta atenção nas instruções:

1. Baixe o .rar do jogo pelo Megaupload ou pelo Mediafire.

2. Extraia os arquivos. Você terá dois arquivos: “PlantsVsZombiesSetup_1_3.exe” e “PlantsVsZombies.exe”.

3. Execute o arquivo “PlantsVsZombiesSetup_1_3.exe” e instale o jogo no seu computador.

4. Copie o arquivo “PlantsVsZombies.exe”, vá na pasta onde o jogo está instalado e cole, substituindo o arquivo existente. (Geralmente o jogo fica na pasta C:/Arquivos de Programas/Pop Cap Games/Plants vs. Zombies, observe o local que você escolheu na hora de instalar o jogo.)

5. Execute o jogo e divirta-se! :D

Agradecimentos ao site Baixa Tudo Games que disponibilizou os links para download.

P.S.: Já perceberam que a grande maioria dos jogos que eu posto aqui são de Zumbis? <3

Trilha Sonora – Soundtrack de Tron + 5 faixas bônus

Pra quem, como eu, amou saber que Daft Punk foi responsável pela trilha sonora de Tron e foi pros cinemas louco pra ver o filme e sentir toda empolgação com a música, deve estar LOUCO pra ter a trilha sonora – soundtrack no seu computador, mp3, Ipod, né? Então eu, com a ajuda de @WalkersDead , do @martorelli e do @lypy consegui os links para vocês baixarem o álbum do filme completinho!

CD1 - Clique aqui para fazer download via Megaupload

CD1 - Clique aqui para fazer download via Torrent

CD1 + CD 2 - Clique aqui para fazer download via Torrent

Se você ainda não assistiu o filme, mas curte Daft Punk ou tá curioso pra conferir a trilha sonora antes de baixar, eu selecionei minhas 7 faixas preferidas e coloquei aí em baixo pra você ouvir. Garanto que você vai gostar e vai correndo baixar tudo! Coloca o headset e ouve só: